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Previdência Privada ou Previdência Complementar – eu preciso disso?

Quando falamos em Planejamento para a aposentadoria, pensamos em algumas opções:

1. Depender do INSS;
2. Investir por conta própria;
3. Contratar um Plano de Previdência Privada, também chamado de Previdência Complementar;

Podemos analisar cada um dos itens separadamente:

A Previdência Oficial, o famoso INSS, é uma aposta arriscada para a saúde financeira tanto das pessoas que possuem rendimentos superiores ao teto do INSS (R$ 2.894,28 – base tabela INSS abril/2007) quanto àquelas que possuem rendimentos inferiores ao mesmo.

Uma pessoa que se aposentou em 1975, com um valor de contribuição referente a 10 salários mínimos da época, recebe hoje pouco mais de 4 salários. Temos que nos lembrar sempre que, com tantas mudanças de moeda no decorrer destes anos, o poder de compra diminuiu significativamente.

Quem se aposentar hoje, cumprindo com todas as burocracias e considerando o fator previdenciário (criado em 1999, com o objetivo de “forçar” uma aposentadoria mais tardia), não atingirá esse valor máximo do teto do INSS. Isso sem contar com o déficit do INSS causado, em sua maior parte, por aposentadorias de servidores públicos, porém todo o sistema é atingido. Infelizmente, com tantas pessoas aposentadas e trabalhadores informais, ou seja, sem contribuições frequentes para o sistema, a quantidade de contribuições diminuiu demais nos últimos anos, o que também contribui para o tal déficit. E quanto ao sempre comentado número de fraudes contra o sistema, em valores estratosféricos?

A população brasileira está envelhecendo bastante, já que aumentou a expectativa de vida. Se as pessoas vivem mais tempo, vão precisar de bons rendimentos para ter uma vida digna na velhice, podendo arcar com despesas típicas desta fase da vida – remédios, planos de saúde, alimentação adequada, entre outros. A pergunta que me cabe fazer agora é: dá prá confiar SOMENTE nesta opção para fazer frente às suas despesas quando estiver aposentada(o)?

Outra opção citada seria Investir por conta própria: isso exige tempo, disciplina e um sólido conhecimento do mercado financeiro para que o dinheiro que for aplicado traga os rendimentos esperados e possa cumprir com as expectativas. Este é o perfil da(o) brasileira(o)? Mesmo após a estabilidade de nossa moeda, quantas pessoas você conhece que administram pessoalmente seus recursos e são bem-sucedidas nesta empreitada?

E quanto a aderir a um Plano de Previdência Privada? Esse plano também é chamado de Previdência Complementar pois seria uma renda complementar à Previdência Oficial.

Que tal deixar seus investimentos para quem detém o conhecimento necessário do mercado financeiro, faz parte de um sistema estruturado para esse fim e que tem que cumprir com uma legislação rigorosa?

A estrutura da Previdência Privada é:

Ministério da Fazenda controla o Conselho Nacional de Seguros Privados, que controla a SUSEP – Superintendência de Seguros Privados e que controla a Entidade Aberta de Previdência Complementar – que nada mais é do que a Seguradora responsável pela comercialização do Plano de Previdência, que pode ser individual ou empresarial.

Há dois tipos de planos mais comercializados ultimamente: PGBL, que possibilita a dedução das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda e foi desenhado para pessoas que fazem a declaração completa do Imposto de Renda. VGBL, que não possibilita a dedução das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda, mas é voltado para pessoas que fazem a declaração simplificada do Imposto de Renda.

Como dá para perceber pela estrutura, existe um grande controle do sistema de Previdência Complementar, que só foi implementado no Brasil por volta de 1995/96, e que foi baseado nos países desenvolvidos. As seguradoras também têm uma enorme responsabilidade social, não só por cuidar das poupanças e da segurança econômica dos clientes, mas também por investir grandes volumes de recursos no mercado financeiro e de capitais. Os números comercializados são muito significativos e consolidam a nossa estabilidade financeira: hoje é possível planejar sua aposentadoria e fazer uma projeção da renda que pretende receber no futuro, sem se preocupar com planos monetários mirabolantes e mal-sucedidos. O dinheiro estará sempre sob seu controle e disponível para suas necessidades de acordo com o plano contratado. Todas as seguradoras são obrigadas a ser transparentes com as aplicações dos clientes em Previdência Privada. Os índices de rentabilidade são de ampla divulgação.

Então, para sua reflexão, fica uma última pergunta: O que você está esperando para iniciar seu planejamento para a aposentadoria?

magicel@magicel.com.br

 

Fonte: Profissão e Dinheiro
Data de Publicação: 08/11/2009

 

A Magicel Seguros sempre esta em busca de novos Talentos.

 

 

 

 
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